O céu não tem livro de reclamações. Será que isso é legal?
Se somos um produto fabricado por Deus então o que somos? À semelhança da criação nós tentamos recriar a vida. Olhem as clonagens, os robots feitos como uma imitação do homem, os computadores programados para responder como humanos, as casas computorizadas, os implantes de chips, as tentativas de controlo, o documento único, o Multibanco, e por aí em diante.
O que é um facto é que fazemos tudo por tudo para manipular o nosso semelhante, para saber em todo o momento a sua localização, para lhe limpar o sebo, para lhe fazer lavagens ao cérebro e colocar lá as nossas ideias!
Se somos um produto fabricado só posso concluir que somos uma máquina programada que se reproduz. Quem nos introduziu o programa que temos? Deus? Então as nossas ideias são as Dele e as acções que fazemos poderão assemelhar-se às dele.
Aqui então surge o dilema.
Deus é bom dizem as escrituras e os seus caminhos são insondáveis… Portanto Deus é bom, mas pelos vistos o seu programa tem alguns bugs. Basta olhar para a nossa história… para todas as atrocidades que se têm cometido ao longo dos séculos.
Os seus caminhos são insondáveis… Pudera, já imaginaram se conhecêssemos os trilhos por onde passa? Tal não seria o tamanho da multidão que lá estaria para lhe apresentar pedidos e reclamações?
Mas não é justo. Nós inventámos (?) o livro de reclamações e no céu será que não existe?
29 de Outubro de 2009
12 de Abril de 2009
Futura Função Pública

Recuso-me a comentar este mail que recebi!
Mais a mais falta-me a placa, esqueci-me dos óculos e mal consigo teclar por causa da artrite....
Recuso-me a levar mais de duas horas para escrever isto!
12 de Dezembro de 2006
30 de Setembro de 2006
9 de Março de 2006
4 de Dezembro de 2005
Reformas...
Imaculado da Conceição, funcionário exemplar, era sempre o último a sair do escritório já fechado.
Tinha quase 70 anos e a adaptação às novas tecnologias tinha sido um tudo nada complicado.Mas tudo fazia para continuar senhor da situação.
Tinha apenas um sonho Imaculado da Conceição...

23 de Junho de 2005
Descanse em paz
Recuso-me a ser enterrado!
Sempre pensei que o meu corpo seria cremado quando eu morresse e ainda não mudei de ideias. Mas, ao ler um artigo na Super Interessante, vi que novos horizontes se abrem hoje para a cremação...
As cinzas são um inconveniente... Para a família, é claro! Que fazer com elas? deixá-las na pequena urna e colocar o receptáculo em lugar de destaque na sala? Deitá-las fora para a retrete... para o mar... no canteiro preferido como adubo? Compreendo que seja difícil a decisão.
Por mim podem fazer o que quiserem com as minhas mas o que eu acho mais interessante é transformá-las num diamante...
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